A crise climática e socioambiental representa um dos maiores desafios da atualidade. Suas causas estão profundamente relacionadas às desigualdades sociais e ao modelo econômico que concentra riqueza, destrói territórios e esgota as bases ecológicas do planeta. Enfrentar o iminente colapso ecológico exige também retomar a capacidade do Estado de proteger o meio ambiente, garantir direitos e conduzir uma transformação profunda do modelo de desenvolvimento.
Precisamos construir novas possibilidades a partir da solidariedade, da justiça e da resistência coletiva. A transição ecológica pela qual lutamos deve ser baseada na ciência, popular, antirracista, anticapacitista e antipatriarcal, fortalecendo a organização das comunidades e a participação popular nas decisões que definem o futuro dos nossos territórios.
Essa transformação será construída pela força de um povo organizado, consciente de seus direitos e disposto a lutar por uma sociedade sem desigualdades, com vida digna e em harmonia com a natureza.
Paulo Brack é candidato a deputado federal, com o número 5099, pelo PSOL-RS. Professor da UFRGS, biólogo, mestre em Botânica e doutor em Ecologia, ativista socioambiental, construiu sua trajetória na defesa da ciência, da natureza, das políticas públicas e dos direitos das comunidades vulnerabilizadas. Esta candidatura nasce do compromisso com um país ambientalmente justo, equitativo e solidário, que coloque a sociobiodiversidade no centro das políticas públicas.
Nossa luta é comprometida com a defesa do meio ambiente, com a justiça climática e socioambiental. Trilhamos este caminho a partir da escuta, do diálogo e da participação social.
Lutamos por um país que tenha como prioridade o bem viver dos trabalhadores e trabalhadoras, dos povos indígenas, das comunidades tradicionais e de toda a sociedade.
Também caminhamos ao lado de quem constrói a Agroecologia como alternativa para produzir alimentos saudáveis, biodiversos e sustentáveis, valorizando a agricultura familiar, protegendo a biodiversidade e reduzindo a dependência das monoculturas, da megamineração e dos agrotóxicos.